Boa noite !
Nossa, semana passada tive uma péssima ideia. Resolvi assistir Melancolia e depois uma peça de comédia. Detalhe: eu sai tão depressivo do filme que mal ri na peça, apesar de ser bem engraçada. Riria muito mais se estivesse melhor.
Como de costume, não entendi o filme à primeira vista. Acredito que ele pede uma reflexão mais refinada. O ambiente externo de certa forma faz jus à brainstorming da personagem principal. É como se descobríssemos que o mundo não passa de um Baile de Máscaras, no qual a vida não tem mais sentido. Quando nos sentimos realmente tristes, somos capazes de atitudes impensáveis. Apesar disso, a melancolia, de acordo com o filme, parece uma forma interessante de poder aceitar o que não pode ser mudado. A metamorfose, de fato, é dolorosa. Deixar do estágio de lagarta para o de borboleta deve ser uma overdose hormonal estupenda. Mas, meus nobres, de que outra forma poderemos sair da Caverna tão comum de Platão ? Quero dizer, precisamos um dia sair da escuridão para passar a ver o mundo do jeito que ele é.
É nessas horas que eu sinto falta de ter mais tempo para ler textos interessantes. Por isso, não tenho postado com frequência. Não gosto de postar textos de baixa qualidade, mas o tempo e os fatores mesológicos tem sido cruéis. Eu tenho deixado muitas coisas de lado. Enfim...
Ah ! Acabei de ter uma ideia nova ( ainda não me conformo com a falta de acento na palavra ideia...). Esperem...
sábado, 24 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
Planeta dos Macacos
Boa noite, ilustríssimos leitores !
Finalmente, o narrador bicho-preguiça-mor que vos fala resolve lembrar que, sim , ele possui um site abandonado. Seria isso uma síntese do dono deste espaço ? Não sei. Agora, tudo está mais ajeitado. Uma parte do meu compromisso anual já foi cumprida ! Enfim, posso relaxar um pouco em paz. Ah, mania de autometalinguagem cansa! Perdoem-me, mas eu não me aguento ! Sempre a mesma introdução.
Tenho um texto sobre uma crônica do Drummond, mas tiraram ele de mim !!!! Fogo, viu...
Assisti ao filme Planeta dos Macacos hoje. Ouvi dizer que há uma outra versão mais antiga que fez muito sucesso, mas não me informei a respeito. A atuação do ator James Franco é boa, e o longa metragem do "macaco mutante" até que não é tão bobinho assim. As questões éticas levantadas são interessantes. É claro, há apenas um viés cultural. Não se pode esperar uma discussão complexa em um filme de ação, mas ainda vale o ingresso.
Amanhã pretendo assistir ao filme Melancolia e à peça de teatro Os Difamadores, com o Emílio Orciollo Neto (não sei se o nome está correto). Preciso relaxar um pouco. Não saber onde estarei daqui a dois meses e no ano que vem causa uma tensão bem pesada. O jeito é administrar isso.
Abraço ! Boa semana !
Finalmente, o narrador bicho-preguiça-mor que vos fala resolve lembrar que, sim , ele possui um site abandonado. Seria isso uma síntese do dono deste espaço ? Não sei. Agora, tudo está mais ajeitado. Uma parte do meu compromisso anual já foi cumprida ! Enfim, posso relaxar um pouco em paz. Ah, mania de autometalinguagem cansa! Perdoem-me, mas eu não me aguento ! Sempre a mesma introdução.
Tenho um texto sobre uma crônica do Drummond, mas tiraram ele de mim !!!! Fogo, viu...
Assisti ao filme Planeta dos Macacos hoje. Ouvi dizer que há uma outra versão mais antiga que fez muito sucesso, mas não me informei a respeito. A atuação do ator James Franco é boa, e o longa metragem do "macaco mutante" até que não é tão bobinho assim. As questões éticas levantadas são interessantes. É claro, há apenas um viés cultural. Não se pode esperar uma discussão complexa em um filme de ação, mas ainda vale o ingresso.
Amanhã pretendo assistir ao filme Melancolia e à peça de teatro Os Difamadores, com o Emílio Orciollo Neto (não sei se o nome está correto). Preciso relaxar um pouco. Não saber onde estarei daqui a dois meses e no ano que vem causa uma tensão bem pesada. O jeito é administrar isso.
Abraço ! Boa semana !
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Poema de Cecília Meireles
Boa tarde a todos !
Não os atormentarei mais com os dizeres de que eu estou sem inspiração ou sem tempo para fazer texto. Para os que acompanham o blog, isso se tornou senso comum de tal forma que afirmar que eu não valorizo esse meio de comunicação passou a caracterizar um pleonasmo vicioso. E eis aí mais uma incoerência. Bom, melhor eu ficar quieto. Na falta de um texto melhor, deliciem-se com Cecília Meireles:
Mulher ao espelho
Hoje que seja esta ou aquela,
pouco me importa.
Quero apenas parecer bela,
pois, seja qual for, estou morta.
Já fui loura, já fui morena,
já fui Margarida e Beatriz.
Já fui Maria e Madalena.
Só não pude ser como quis.
Que mal faz, esta cor fingida
do meu cabelo, e do meu rosto,
se tudo é tinta: o mundo, a vida,
o contentamento, o desgosto?
Por fora, serei como queira
a moda, que me vai matando.
Que me levem pele e caveira
ao nada, não me importa quando.
Mas quem viu, tão dilacerados,
olhos, braços e sonhos seus
e morreu pelos seus pecados,
falará com Deus.
Falará, coberta de luzes,
do alto penteado ao rubro artelho.
Porque uns expiram sobre cruzes,
outros, buscando-se no espelho.
Não os atormentarei mais com os dizeres de que eu estou sem inspiração ou sem tempo para fazer texto. Para os que acompanham o blog, isso se tornou senso comum de tal forma que afirmar que eu não valorizo esse meio de comunicação passou a caracterizar um pleonasmo vicioso. E eis aí mais uma incoerência. Bom, melhor eu ficar quieto. Na falta de um texto melhor, deliciem-se com Cecília Meireles:
Mulher ao espelho
Hoje que seja esta ou aquela,
pouco me importa.
Quero apenas parecer bela,
pois, seja qual for, estou morta.
Já fui loura, já fui morena,
já fui Margarida e Beatriz.
Já fui Maria e Madalena.
Só não pude ser como quis.
Que mal faz, esta cor fingida
do meu cabelo, e do meu rosto,
se tudo é tinta: o mundo, a vida,
o contentamento, o desgosto?
Por fora, serei como queira
a moda, que me vai matando.
Que me levem pele e caveira
ao nada, não me importa quando.
Mas quem viu, tão dilacerados,
olhos, braços e sonhos seus
e morreu pelos seus pecados,
falará com Deus.
Falará, coberta de luzes,
do alto penteado ao rubro artelho.
Porque uns expiram sobre cruzes,
outros, buscando-se no espelho.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Compressão mesológica
Já me não convém o título de homem livre
Sou um mero bloco orgânico esculpido pelas relações sociais
Querem-me resistente como um diamante
No entanto, sou apenas grafite, frágil,
Um simples alótropo sujeito às forças elétricas
tipicas da hibridação sp2
Esperam ver em mim a singularidade de Camões
A unicidade de Drummond
E o brilho extasiante de Guimarães Rosa
Todavia, sou um mortal comum
Exigem-me o conhecimento de tudo
Sim, de tudo mesmo !
Impõem-me que eu saiba física,
porém é difícil entender a realidade
quando se vive dentro de um buraco negro
Sim, caro leitor, a sociedade capitalista
apresenta uma força gravitacional
muito maior que a de Newton
Em meio a tantas vicissitudes,
tomar uma atitude é equivalente a ser
herege na Idade Média
Dessa forma, faz-se que nem os monges:
Esconde-se os tesouros intelectuais e culturais
Para os reis da mídia, é imperativo alienar
Sim, nobre leitor, eles adoram teatro !
Controlar mentes proporciona-lhes um prazer
não encontrado em nenhuma droga existente
O poder é o ópio que os apodrece
Há um quê de Efeito Dorian Gray neles
No final das contas, almejo um carpe diem
com um quê de romantismo, e uma pitada
de simbolismo, e a ousadia da primeira geração
modernista, e a modernidade contemporânea, e,
às vezes, a racionalidade parnasiana
Sou, de fato, um fractal interminável
A cada análise, relevo-me ainda mais estonteante
O difícil é inferir isso em meio a um ambiente
paupérrimo de reflexão.
Sou um mero bloco orgânico esculpido pelas relações sociais
Querem-me resistente como um diamante
No entanto, sou apenas grafite, frágil,
Um simples alótropo sujeito às forças elétricas
tipicas da hibridação sp2
Esperam ver em mim a singularidade de Camões
A unicidade de Drummond
E o brilho extasiante de Guimarães Rosa
Todavia, sou um mortal comum
Exigem-me o conhecimento de tudo
Sim, de tudo mesmo !
Impõem-me que eu saiba física,
porém é difícil entender a realidade
quando se vive dentro de um buraco negro
Sim, caro leitor, a sociedade capitalista
apresenta uma força gravitacional
muito maior que a de Newton
Em meio a tantas vicissitudes,
tomar uma atitude é equivalente a ser
herege na Idade Média
Dessa forma, faz-se que nem os monges:
Esconde-se os tesouros intelectuais e culturais
Para os reis da mídia, é imperativo alienar
Sim, nobre leitor, eles adoram teatro !
Controlar mentes proporciona-lhes um prazer
não encontrado em nenhuma droga existente
O poder é o ópio que os apodrece
Há um quê de Efeito Dorian Gray neles
No final das contas, almejo um carpe diem
com um quê de romantismo, e uma pitada
de simbolismo, e a ousadia da primeira geração
modernista, e a modernidade contemporânea, e,
às vezes, a racionalidade parnasiana
Sou, de fato, um fractal interminável
A cada análise, relevo-me ainda mais estonteante
O difícil é inferir isso em meio a um ambiente
paupérrimo de reflexão.
sábado, 23 de abril de 2011
Um olhar sobre Realengo
Imagine um choro, mas não um choro qualquer. Ouça gritos tão contundentes quanto os de uma mãe que acaba de perder um filho. E um olhar petrificado de quem olha para a Medusa. Depois de ponderar todos esses fatores, talvez você tenha noção do que se passou na Escola da Chacina de Realengo.
Comecemos então a lhe contar, nobre leitor, o fato de que o Inferno não precisa ser necessariamente um local exclusivo dos que não apresentam mais uma casca orgânica e mesquinha. Poderia ficar aqui tecendo todas as minhas opiniões críticas sobre o mundo atual - ou deveria dizer desfile de Vaidades contemporâneo ? Não tenho dúvidas de que essa é a era de Afrodite. O império de Atenas parece estar às ruínas, tal como o Partenon, e o aquecimento global têm deixado Poseidon furiosíssimo. E Deméter está de braços cruzados, sem poder ajudar os agricultores. Mas deixemos essa questão de lado e analisemos o caso proposto, caso contrário, fugiremos facilmente do tema.
Arrumei a minha mochila como de costume. Sempre tive de colocar os livros, o lanche , a escova de dentes, o fio dental, a pasta de dente...Enfim, tudo o que era necessário para assistir às aulas daquele dia. Acordar até que foi fácil, o complicado era se arrumar. Ser menina não é brincadeira ! Haja pente nesse cabelo rebelde e comprido. Ah, como era bom essa existência inocente e livre de tantas responsabilidades...
Um gole de café com leite. Pão com manteiga. Escovar os dentes arrumar a mochila. Conversar com os pais durante o café-da-manhã. E ir juntamente com a mamãe até o carro. Eis aí a síntese da manhã antes de estar na sala de aula. Não era um hábito meu realizar todas essas ações rapidamente, mas hoje acordei especialmente alterada. Pesadelo horrível ! A bomba de Hiroshima caiu como um míssil sobre a minha carne. E assim todo o meu eu físico se desintegrou.
Estou na sala. Estamos em meio a uma atividade recreativa. A professora ensina atenciosamente a experiência prática de que o feijão nasceu em meio ao potinho de algodão. Olhos faiscavam diante do espetáculo da vida. Se tudo parasse por aí, ótimo. Estaríamos muito bem. Porém, conhecemos o popular sentido oposto. Foices, facas, falas...Tudo isso me atravessou como o vento cortante que passa de repente. E, de fato , a intuição não era enfeite. Parece que, de alguma forma, alguém tentava me alertar sobre o perigo iminente.
Subitamente, surgiu um jovem. Desde que o vi, senti a impressão de que a temperatura ambiente despencou aos patamares polares. O olhar dele era mais frio do que o de um felino preste a atacar a sua presa. A professora estranhou bastante a presença inusitada do rapaz. Ele fora ex-aluno na época em que a professora havia iniciado a carreira no magistério.
Quando ele levantou os dois revólveres, o desespero foi geral. Senti a foice da morte tangenciando o meu corpo. Era como se ela estivesse em meio o um ritual macabro para me levar a outro mundo. A professora pedia misericórida ao "inquisitor". Esse dizia , a todo instante, que os impuros deveriam ser extintos da face da Terra.
Um menino gordinho começou a chorar, afirmando que não queria morrer. Para a surpresa de todos, o jovem armado garantiu que a vida do menino seria poupada. A calma expressa pela voz do homem jovem era assustadora. Um autêntico filme de terror, só que ao vivo e a cores.
Ele ordenou o enfileiramento de 8 meninas. Todas se ajoelharam a pedido do "juiz da vida". Ele atirou em todas. A morte foi inevitável.
Desde então, não sei mais o que se passa. Como eu sei de tantos detalhes? Simples. Eu sou uma das meninas mortas nessa tragédia. Desde que cheguei aqui do outro lado, não consigo me desapegar totalmente da minha família. O sofrimento deles me toca. É sufocante. Porém, é necessário que eu me desligue desse mundo. Não quero ser mais uma alma penada.
A morte é uma passagem interessante. Aprende-se muito. Ou você achou até aqui que eu era uma criança com inteligência fora do comum devido a esse vocabulário? Não. É que , quando chegamos do outro lado, a memória volta. Dito isso, não posso dizer mais nada. A existência é repleta de mistérios. Cabe a você descobri-los. Enquanto isso, mando os meus votos de esperança a essas famílias arrasadas por esse maremoto metálico que afetou muito mais do que 12 vidas.
Comecemos então a lhe contar, nobre leitor, o fato de que o Inferno não precisa ser necessariamente um local exclusivo dos que não apresentam mais uma casca orgânica e mesquinha. Poderia ficar aqui tecendo todas as minhas opiniões críticas sobre o mundo atual - ou deveria dizer desfile de Vaidades contemporâneo ? Não tenho dúvidas de que essa é a era de Afrodite. O império de Atenas parece estar às ruínas, tal como o Partenon, e o aquecimento global têm deixado Poseidon furiosíssimo. E Deméter está de braços cruzados, sem poder ajudar os agricultores. Mas deixemos essa questão de lado e analisemos o caso proposto, caso contrário, fugiremos facilmente do tema.
Arrumei a minha mochila como de costume. Sempre tive de colocar os livros, o lanche , a escova de dentes, o fio dental, a pasta de dente...Enfim, tudo o que era necessário para assistir às aulas daquele dia. Acordar até que foi fácil, o complicado era se arrumar. Ser menina não é brincadeira ! Haja pente nesse cabelo rebelde e comprido. Ah, como era bom essa existência inocente e livre de tantas responsabilidades...
Um gole de café com leite. Pão com manteiga. Escovar os dentes arrumar a mochila. Conversar com os pais durante o café-da-manhã. E ir juntamente com a mamãe até o carro. Eis aí a síntese da manhã antes de estar na sala de aula. Não era um hábito meu realizar todas essas ações rapidamente, mas hoje acordei especialmente alterada. Pesadelo horrível ! A bomba de Hiroshima caiu como um míssil sobre a minha carne. E assim todo o meu eu físico se desintegrou.
Estou na sala. Estamos em meio a uma atividade recreativa. A professora ensina atenciosamente a experiência prática de que o feijão nasceu em meio ao potinho de algodão. Olhos faiscavam diante do espetáculo da vida. Se tudo parasse por aí, ótimo. Estaríamos muito bem. Porém, conhecemos o popular sentido oposto. Foices, facas, falas...Tudo isso me atravessou como o vento cortante que passa de repente. E, de fato , a intuição não era enfeite. Parece que, de alguma forma, alguém tentava me alertar sobre o perigo iminente.
Subitamente, surgiu um jovem. Desde que o vi, senti a impressão de que a temperatura ambiente despencou aos patamares polares. O olhar dele era mais frio do que o de um felino preste a atacar a sua presa. A professora estranhou bastante a presença inusitada do rapaz. Ele fora ex-aluno na época em que a professora havia iniciado a carreira no magistério.
Quando ele levantou os dois revólveres, o desespero foi geral. Senti a foice da morte tangenciando o meu corpo. Era como se ela estivesse em meio o um ritual macabro para me levar a outro mundo. A professora pedia misericórida ao "inquisitor". Esse dizia , a todo instante, que os impuros deveriam ser extintos da face da Terra.
Um menino gordinho começou a chorar, afirmando que não queria morrer. Para a surpresa de todos, o jovem armado garantiu que a vida do menino seria poupada. A calma expressa pela voz do homem jovem era assustadora. Um autêntico filme de terror, só que ao vivo e a cores.
Ele ordenou o enfileiramento de 8 meninas. Todas se ajoelharam a pedido do "juiz da vida". Ele atirou em todas. A morte foi inevitável.
Desde então, não sei mais o que se passa. Como eu sei de tantos detalhes? Simples. Eu sou uma das meninas mortas nessa tragédia. Desde que cheguei aqui do outro lado, não consigo me desapegar totalmente da minha família. O sofrimento deles me toca. É sufocante. Porém, é necessário que eu me desligue desse mundo. Não quero ser mais uma alma penada.
A morte é uma passagem interessante. Aprende-se muito. Ou você achou até aqui que eu era uma criança com inteligência fora do comum devido a esse vocabulário? Não. É que , quando chegamos do outro lado, a memória volta. Dito isso, não posso dizer mais nada. A existência é repleta de mistérios. Cabe a você descobri-los. Enquanto isso, mando os meus votos de esperança a essas famílias arrasadas por esse maremoto metálico que afetou muito mais do que 12 vidas.
sábado, 16 de abril de 2011
Relato fictício da tragédia de Realengo
Casos de jovens que perderam a razão e o discernimento entre o certo e o errado são, infelizmente, mais comuns nos dias de hoje. Nos Estados Unidos, o mais famoso ocorreu em Columbine. No Brasil, no ano de 2011, houve um que chocou a todos: o massacre em uma escola pública de Realengo (RJ). A professora Maria M. estava na sala de aula dessa escola quando tudo aconteceu.
Ela estava auxiliando as crianças a aprender mais sobre triângulos quando, de repente, surgiu um homem jovem e armado com dois revólveres. Maria M. ficou sem ação e muito aflita. O homem simplesmente ordenou o enfileiramento de 10 meninas e , também, que elas se ajoelhassem no chão. Olhava friamente cada uma. Em menos de dois minutos, atirou em todas elas de tal forma que nenhuma sobreviveu. Maria entrou em estado de pânico e começou a implorar misericórdia ao assassino, mas esse não demonstrou nenhum arrependimento. A situação só foi resolvida quando os policiais detiveram o bandido.
Joias da Amazônia
A fauna e a flora são esculturas moleculares únicas produzidas ao longo do processo evolutivo das espécies. Todo esse patrimônio natural foi lentamente construído e gerou uma obra de beleza inigualável. Infelizmente, todos esses seres vivos estão em perigo. No Brasil, a demanda energética requer, para muitos, a construção de hidrelétricas na região Amazônica. Isso é um genuíno crime contra a natureza.
Ora, os avanços tecnológicos produziram fontes de energia mais limpas, tal como a eólica e a solar. Apesar do alto custo de implantação, o impacto ambiental é muito menor. Uma possível solução seria, pois, investir maciçamente nesse tipo de matriz energética a fim de aumentar a eficiência e diminuir os custos envolvidos. Por isso, é um grande absurdo optar pela construção de obras faraônicas tal como as hidrelétricas de grande porte. É importante ressaltar o fato de que todos têm o dever de manter os recursos naturais e, também, de usá-los sabiamente. É assim que se sintetiza uma nação consciente dos próprios deveres.
OBS: eu olho a palavra joia sem acento e acho que falta um certo brilho !
Ora, os avanços tecnológicos produziram fontes de energia mais limpas, tal como a eólica e a solar. Apesar do alto custo de implantação, o impacto ambiental é muito menor. Uma possível solução seria, pois, investir maciçamente nesse tipo de matriz energética a fim de aumentar a eficiência e diminuir os custos envolvidos. Por isso, é um grande absurdo optar pela construção de obras faraônicas tal como as hidrelétricas de grande porte. É importante ressaltar o fato de que todos têm o dever de manter os recursos naturais e, também, de usá-los sabiamente. É assim que se sintetiza uma nação consciente dos próprios deveres.
OBS: eu olho a palavra joia sem acento e acho que falta um certo brilho !
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